Seis dicas para aumentar a segurança online dos trabalhadores

A transição das equipas para formatos laborais mais flexíveis, como os regimes híbrido e remoto marcou o mercado de trabalho no pós-pandemia. No entanto, este modelo de trabalho traz vários desafios para as empresas, em especial, ao nível da segurança dos dados e da informação, já que os acessos remotos e a atividade online têm originado uma crescente incidência de ataques cibernéticos. Assim, a Experis, partilha sete comportamentos que as empresas devem fomentar nos trabalhadores para os ajudar a manterem a própria segurança online, mas também a da organização.

Criar passwords seguras e atualizá-las regularmente

A definição de passwords fortes para as diversas contas de trabalho é determinante. A palavra-chave deve ser longa e complexa, combinando letras, números e símbolos. Adicionalmente, não deve ser guardada no dispositivo, nem num documento à parte, sugerindo-se ainda uma atualização frequente. Para maior segurança, os profissionais podem ativar a verificação em duas etapas, ou seja, além da palavra-passe, será pedido um outro comprovativo de autenticidade, através de um contacto telefónico ou email alternativo.

Pishing: estar alerta a emails suspeitos e nunca aceder a links desconhecidos

Os ataques de phishing ocorrem com cada vez maior frequência e os emails profissionais são um alvo preferencial destes crimes, aproveitando-se da curiosidade, ganância ou medo dos recetores. Os profissionais devem estar alerta a ameaças ou pedidos urgentes que recebam nas suas caixas de correio, bem como a ofertas de prémios ou reembolsos. Sempre que o email for suspeito, o utilizador deverá verificar o remetente, perceber se conhece o domínio do email, e depois analisar o contexto e a mensagem. Não deverá descarregar anexos, pois podem conter malware que infeta o dispositivo onde é aberto e a rede que o aloja, nem clicar nos links.

Não ignorar as atualizações de software

Por vezes, as atualizações propostas pelo software e sistema operativo acabam por ser adiadas, o que é um procedimento errado. Esta ação, feita no momento certo, vai permitir realizar as atualizações de segurança e das configurações de privacidade.

Evitar a utilização de ferramentas e programas não propostos pela empresa

Os profissionais devem utilizar as ferramentas propostas pela empresa e a sua equipa de informática e evitar a utilização de aplicações externas, de forma a garantir a segurança de todos.

Fortalecer a segurança da rede de casa

Quando se está a trabalhar em casa, é necessário que cada pessoa confirme e reforce a segurança da sua própria rede de internet, já que um cibercrime pode começar mesmo com um simples acesso a essa rede. Assim, a senha do router deve ser forte e apenas conhecida pelos que vivem na residência, não correspondendo a algo que identifique o agregado familiar. À semelhança das palavras-chave dos emails, deve combinar letras, maiúsculas, minúsculas e símbolos diversos.

Desligar a câmara sempre que não for necessária

As videoconferências são uma ótima forma de encurtar distâncias, mas que podem sobrecarregar a rede rapidamente. Nestes momentos, o ideal é ligar a câmara apenas quando necessário, já que, além de melhorar a qualidade da ligação, também garantirá a segurança do dispositivo, evitando que qualquer malware capte as pessoas através dos seus computadores e, posteriormente, faça uso destas imagens para as lesar.

Estes são alguns comportamentos que visam a proteção dos profissionais em modelo remoto, bem como das organizações. Para as empresas que queiram reforçar a sua segurança, a marca tecnológica do ManpowerGroup disponibiliza também um serviço de cibersegurança baseado em tecnologia de ponta que conta com o apoio de uma equipa remota de ex-militares especialistas em segurança cibernética.

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